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quarta-feira, 11 de julho de 2012

"O que eu fiz para sofrer tanto?"


 A vida não é justa comigo

     Na postagem: "Eu pedi, Deus doblô" eu prometi tecer algumas palavras sobre o porquê do sofrimento. Alguém pode perguntar: “Bem, se na verdade Deus nos dá a vida e cabe a cada um de nós trabalharmos para colhermos nossos frutos, por que eu sofro tanto?
     Por que eu trabalho duro e não tenho quase nada? Por que fulano nasceu doente? Por que meu vizinho foi salvo daquele acidente e meu parente morreu?” Etc e etc. Caríssimo leitor, a vida é um dom de Deus, mas a vida eterna, com Jesus, é o propósito final do seu Criador para você. A vida nessa terra é um vestibular que prestamos para adentrar na vida eterna. Uns sofrem bem mais do que outros; alguns trabalham a vida inteira e parecem nunca receberem suas recompensas; outros morrem mais novos, nascem num país assolado pela fome, roubam e roubam e nenhuma justiça é feita, nascem com alguma deficiência física e sofrem muito; outros, ainda, nascem em “berço de ouro” e a vida é um prazer enorme; etc e etc.” Por que tanta desigualdade? As desigualdades da vida, na maioria esmagadora das vezes, são frutos das atitudes humanas. Pode ter certeza disso, leitor! Preste bem atenção no que vou dizer: ajudar ao próximo é uma atitude nobre; amar ao próximo é dever, principalmente, de todos aqueles que se intitulam como cristãos. O mundo poderia ser bem mais justo se todos os humanos amassem uns aos outros verdadeiramente; num ambiente desses não haveria espaço para o orgulho e o egoísmo e todos viveriam num verdadeiro paraíso terrestre. Com certeza, o sofrimento humano seria reduzido quase a zero, excetuando-se os problemas de saúde, que também se reduziria muito. Entretanto, mesmo vivendo num ambiente desses a morte, um dia, chegaria para todos. Com ou sem sofrimento, sendo rico ou sendo pobre, tendo prazeres e/ou sofrimentos, todos iremos morrer. O sofrimento oriundo da fome, da falta de moradia, da miséria e do preconceito poderia ser erradicado pela ação do homem. A solução para um mundo melhor está no interesse do ser humano em cumprir os mandamentos de Deus e a solução para a morte está nas mãos de Deus, que enviou Jesus para todo aquele que crer e obedecer, ou seja, que pratica a sua fé.
     Concluindo, o que posso te dizer é que para se ter um vida mais justa e digna, em se tratando de bens materiais, depende só do homem destruir o seu orgulho, o seu egoísmo, deixar de amar o dinheiro, trabalhar, estudar e criar meios para isso, amando ao seu próximo, que é o que Jesus nos pediu. Entretanto, para chegarmos à felicidade plena e verdadeira num mundo em que o sofrimento, seja ele qual for, deixará de existir, num mundo onde não haverá mais pranto, nem dor e nem luto só há um caminho a seguir: fazer exatamente o que Jesus nos pediu! E o que foi que ele nos pediu? Já respondi acima. Devemos praticar sem interesse a caridade com os nossos irmãos para vivermos num mundo melhor e temos que crer que Jesus é o nosso Salvador, fazendo por nós aquilo que não temos como fazer, ou seja, a nossa ressurreição espiritual (Ele vos deu vida, estando vós mortos em vossos delitos e pecados - Efésios 2).

     Eu sei que nós somos bombardeados por todos os lados para perdermos a nossa fé e não a praticarmos, mas não perca a sua fé. Mantenha-se firme, leitor, não desanime diante dos obstáculos que você enfrenta; não se esqueça que muitos já sofreram demasiadamente, mas perseveraram firmes na fé e lembre-se das palavras do Apóstolo Paulo em II Corintios 4:17: “ Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;”  e mais uma em I Corintios 2:9: “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.” Um grande abraço, caríssimo leitor, e que Deus nos ilumine sempre e que possamos perseverar até o fim na prática incansável do bem.

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